terça-feira, 17 de janeiro de 2017

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Deformação das rochas

Meta curricular:

5. Aplicar conceitos relativos à deformação das rochas 

5.1. Distinguir comportamento frágil de comportamento dúctil, em materiais diversos, com base numa atividade prática laboratorial. 

5.2. Explicar a formação de dobras e de falhas, com base numa atividade prática laboratorial. 

5.3. Relacionar a movimentação observada numa falha com o tipo de forças aplicadas que lhe deram origem. 

5.4. Identificar, em esquema e imagem, as deformações observadas nas rochas existentes nas paisagens. 

5.5. Relacionar a deformação das rochas com a formação de cadeias montanhosas.

Na Terra as rochas estão continuamente a ser submetidas a forças que tendem a dobrá-las, torcê-las, ou fraturá-las.


http://www.classzone.com/books/earth_science/terc/content/investigations/es1102/es1102page02.cfm


Falhas em Portugal

(Mapa retirado de:http://w3.ualg.pt/~jdias/GEOLAMB/GA5_Sismos/57_Portugal/572_SismicidPort.html)

Sismos em Portugal e no mundo
https://www.ipma.pt/pt/geofisica/sismologia/


ELEMENTOS GEOMÉTRICOS DE UMA FALHA

teto sofre descida relativamente ao muro.
Ocorre com a atuação de tensões distensivas.

Falha inversa

teto sofre subida relativamente ao muro.
Ocorre com a atuação de tensões compressivas.



Falha de desligamento

São falhas resultantes da ação de tensões de cisalhamento.
Os blocos fraturados apresentam movimentos paralelos e laterais à direção do plano de falha.
Não ocorre rejeto vertical.

Animação falha de Stº André
http://www.wwnorton.com/college/geo/egeo2/content/animations/offset_fence.htm


Exercícios

I. Relativamente à figura em baixo:

1. Identifica o teto e o muro da falha.

2. Identifica o tipo de falha.

3. Identifica o rejeto da falha.

(Imagem in:http://study.com/academy/practice/quiz-worksheet-interpreting-events-from-natural-phenomena.html)
Resultado de imagem para quiz fault

II. Relativamente à figura em baixo:

4. Identifica o tipo de falha.

(Imagem de uma falha na Guatemala retirada de:
http://geomaps.wr.usgs.gov/archive/socal/geology/inland_empire/socal_faults.html)
Photograph of faulted sedimentary rock layers exposed in a roadcut in Guatemala

Curiosidades
(Imagens retiradas de:http://imgsoup.com/1/earthquake-fault/)



(Imagem Dunedin, Nova Zelândia tirada de http://www.teara.govt.nz/en/photograph/4354/house-built-across-a-fault)
A casa ficou destruída por um movimento de subsidência em 1979, não tendo ocorrido sismo.
House built across a fault

(Imagem retirada de: http://seismo.berkeley.edu/blog/seismoblog.php/2008/10/14/the-hayward-fault-1)


(Imagem retirada de: https://baynature.org/articles/walking-the-line/)
Hayward's Memorial Park

(Imagem retirada de: http://blogs.kqed.org/science/2014/09/02/napa-quake-forces-redrawing-of-fault-maps/)
Highway lane markings offer highly visible clues to geologists looking for evidence of lateral slip. Scientists noted this fracture on Redwood Road, on Napa's west side. (Craig Miller/KQED)
(Imagens de falhas causadas por sismo na Nova Zelândia retiradas de: http://www.dailymail.co.uk/news/article-1309194/New-Zealand-earthquake-moves-Earths-surface-11ft-right.html)
Taylor Strowger
Quake

DOBRAS

(Imagem in: http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo11/deformacoes/11.GEO.dobras.3.htm)
Resultado de imagem para elementos geométricos de uma dobra NETXPLICA

(imagem in: http://www.geologyin.com/2015/02/types-of-folds-with-photos.html)
Resultado de imagem para fold geology

Exercício
http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo11/deformacoes/11.GEO.dobras.3.htm

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Correntes de convecção com óleo

Utilizando óleo aquecido também conseguimos simular as correntes de convecção


Atividade laboratorial sobre correntes de convecção

Procedimento

  1. Colocámos água  à temperatura ambiente numa tina de vidro.
  2. Aquecemos água e corámos de vermelho;
  3. A água muito fria foi corada de azul;
  4. De seguida enchemos duas pequenas seringas com a água quente (vermelha) e a fria (azul);
  5. Depois  injetámos lentamente o conteúdo das seringas na tina de água.



O que estamos a simular com esta atividade laboratorial?


  • A tina com água pretende simular o manto terrestre.
  • A água quente pretende simular a corrente ascendente de calor, observável em zonas de rifte. Aqui as rochas fundidas (magma) , menos densas, tal e qual a água quente, ascendem à superfície.
  • A água fria pretende simular a corrente descendente de materiais frios. Este fenómeno ocorre nas zonas de subducção, criando fossas abissais.



Formação suporte básico de vida

Ontem, dia 4 de janeiro de 2017, os Bombeiros da Póvoa do Varzim fizeram uma Formação sobre  suporte básico de vida para os alunos do 9º ano e do ensino vocacional, Curso de Animação Sócio cultural, da Escola Básica Drº Flávio Gonçalves.

SBV
SUPORTE BÁSICO DE VIDA

Se um dia encontrarmos uma vítima desmaiada devemos:

- bater-lhe levemente nos ombros e falar-lhe para ver se reage e se encontra consciente;
- se a vítima não reagir ao toque e à nossa vós, então  devemos chamar socorro, de modo a que alguém que se encontre próximo nos possa vir ajudar.
- De seguida aplicar o "VOS".

VOS - Ver, ouvir e sentir

Devemos encostar a nossa face à face da vítima.
Ver se a vítima apresenta movimentos torácicos, para verificar se respira.
Ouvir se a vítima respira.
Sentir se a vítima respira.




Na foto de cima o Albino e a Maria aplicam o VOS à vítima


Ligar 112
Quando o socorrista estiver a comunicar com o operador do 112, deve ser claro e calmo durante a comunicação do pedido de auxílio.
Deve dizer onde está (cidade/vila/aldeia/rua/edifício, etc), para tal todas as informações são importantes, para que a equipa de socorro possa chegar o mais rápido possível.
O socorrista deve dizer como se encontra a vítima e se sabe ou não aplicar o SBV.

PCR
Paragem cardiorrespiratória

Se a vítima tiver em PCR, então o socorrista deve proceder à reanimação cardiorrespiratória.

Reanimação cardiovascular

A reanimação cardiorrespiratória consiste em 30 compressões cardíacas, seguidas de duas insuflações, até a vítima recuperar a consciência
Ivan e Susana a realizarem compressões cardíacas.

Jorge e Maria a realizarem compressões cardíacas.



Albino a realizar compressões cardíacas.



O bombeiro a explicar ao Luís como se fazem as compressões. Os braços não devem dobrar.

Ricardo Costa e Pedro Festas a realizarem compressões cardíacas e insuflações.


PLS - Posição lateral de segurança








quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

sábado, 17 de dezembro de 2016

Tectónica de placas - fundos oceânicos


Áreas oceânicas

Graças à existência de navios dotados de sonar (sondas) foi possível cartografar os fundos dos oceanos.


  • Plataforma continental - Apesar de ainda fazer parte da crosta continental, é uma zona que se encontra submersa, podendo atingir os 200m de profundidade. Nesta zona existe grande biodiversidade, devido à presença de luz.

  • Talude continental - Corresponde à porção dos fundos marinhos com declive muito pronunciado que fica entre a plataforma continental e as planícies abissais.

  • Planícies abissais - São áreas mais extensas dos fundos oceânicos, com uma topografia suave a plana, que pode variar entre os 2000 e 6000m de profundidade. Estas regiões são muitas vezes atravessadas pelas dorsais oceânica. Nas planícies abissais surgem zonas muito profundas, as fossas abissais.
        

  • Dorsais oceânicas - São grandes cadeias de montanhas submersas no oceano, que se originam da divergência (do afastamento) das placas tectónicas.

  • O afastamento das placas tectónicas ocorre devido  às correntes de convexão no manto, que dão origem a riftes. As dorsais submarinas dos oceanos estão conectadas, formando a maior cadeia de montanhas do mundo, com cerca de 65 000 km de extensão.

Exercícios
http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo10/face.terra/10.GEO.continentes.htm
http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo10/face.terra/10.GEO.fundos.oceanicos.1.htm
http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo10/face.terra/10.GEO.fundos.oceanicos.4.htm

Vídeos

Como se formam as montanhas - 
 http://www.youtube.com/watch?v=ngV66m00UvU&feature=related
Formação dos Himalaias -
 http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=i1tNHYX4R2o
Tectónica -
 http://www.youtube.com/watch?v=ZLJLFYXp-0Q&NR=1
Formação da crosta terrestre, NG -
 http://www.youtube.com/watch?v=QDqskltCixA&feature=related