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sábado, 12 de março de 2022
quinta-feira, 10 de março de 2022
Formação das rochas sedimentares
Rochas Sedimentares
As rochas sedimentares ocupam 75% da superfície da Terra e apenas 5% do seu volume.
Formação das rochas sedimentares
Envolve essencialmente os seguintes processos:
- A sedimentogénese - Meteorização, erosão e transporte.
- A diagénese - Compactação, cimentação (e recristalização).
Meteorização
Quando as condições do ambiente físico-químico se alteram para uma determinada rocha, ou seja, quando ela migra para um ambiente diferente daquele que a originou, então encontra-se em desequilíbrio. Essa rocha sofrerá meteorização, originando novos minerais, minerais de neoformação. Estes minerais são mais estáveis para as novas condições de ambiente físico-químico em que a rocha se encontra.
Meteorização Física
Consiste na desagregação da rocha em fragmentos cada vez mais pequenos, que fazem aumentar a superfície de exposição da rocha aos vários agentes de meteorização.
Exemplos:
Na imagem verificam-se diaclases na Serra d'Arga.
- variações da temperatura;
- formação de cristais nos poros das rochas;
- efeito do gelo;
- ação dos seres vivos;
- ação mecânica das ondas;
- ação mecânica da água (chaminés de fada);
- ação mecânica do vento (blocos pedunculados);
- descompressão dos maciços rochosos.
Na imagem verificam-se diaclases na Serra d'Arga.
A rede de diaclases aumenta a superfície da rocha exposta aos agentes de meteorização e erosão.
Deste modo, os minerais do granito vão perdendo coesão e são removidos pelas águas de escorrência, verificando-se um fenómeno de arenização rápido.
Na fotografia, as raízes das plantas vão-se desenvolvendo nas fendas das rochas levando à sua desagregação.
Na fotografia, as raízes das plantas vão-se desenvolvendo nas fendas das rochas levando à sua desagregação.
Animação - 22-02-2016
http://www.passmyexams.co.uk/GCSE/physics/what-is-weathering.html
Meteorização Química
Os principais agentes meteorização química são:
- a água, com diferentes substâncias dissolvidas (por exemplo CO2);
- os gases atmosféricos (O2 e CO2);
- as substâncias produzidas pelos seres vivos ( as fezes das aves);
- o clima que influencia a velocidade das reacções (por exemplo quanto mais quente e chuvosa for uma região, maior será a velocidade de meteorização).
Reações de dissolução
A água possui um enorme poder de dissolução (é um solvente universal) devido à polaridade das suas moléculas.
A halite e o gesso são minerai solúveis na água.
Vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=xdedxfhcpWo
A halite e o gesso são minerai solúveis na água.
Vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=xdedxfhcpWo
Reações de carbonatação
Apesar de muitos minerais não serem solúveis em água pura, o mesmo não se verifica quando ela se encontra acidificada devido ao CO2 atmosférico.
Deste modo, a água reage com o dióxido de carbono originando ácido carbónico.
As rochas carbonatadas contém calcite (carbonato de cálcio - CaCO3) que é insolúvel em água pura. Mas, se a água estiver ácida devido à presença de CO2, então os calcários são alterados.
A carbonatação (meteorização química dos calcários) é facilitada pelas redes de diáclases (fendas).
A carbonatação (meteorização química dos calcários) é facilitada pelas redes de diáclases (fendas).
CaCO3 + H2CO3 origina Ca2+ + 2(HCO3)-
O ião cálcio e o ião hidrogenocarbonato são removidos em solução, deixando apenas impurezas insolúveis. Estas impurezas são avermelhadas devido à presença de óxidos de ferro, e, permanecem no local, preenchendo bolsas e depressões, denominando-se terra rossa, como se vê na figura.

(Imagem em - http://athirstyspirit.com/2011/07/20/australias-most-famous-soil/)
Reações de hidrólise
São reações de meteorização que também envolvem água acidificada.
O feldspato altera-se através do contacto com água acidificada originando caulinite, que é um mineral de neoformação.
Este processo denomina-se caulinização.
2 KALSi3O8 + 2 H2CO3 + H2O origina AL2Si2O5 (OH)4 + 4 SiO2 + 2 K+ + 2 HCO3-
O ião H+ substitui o K+ na estrutura do feldspato.
O feldspato altera-se através do contacto com água acidificada originando caulinite, que é um mineral de neoformação.
Este processo denomina-se caulinização.
2 KALSi3O8 + 2 H2CO3 + H2O origina AL2Si2O5 (OH)4 + 4 SiO2
O ião H+ substitui o K+ na estrutura do feldspato.
Exame Nacional 2008, F1, Grupo III, exercício 4
Exame Nacional 2007, F1, Grupo III, exercício 4 e 5
Agentes de Erosão, Transporte e Sedimentação
- Gravidade
- Vento
- Água no estado líquido
- águas de escorrência - se a precipitação ou o degelo forem muito intensos e se o terreno tiver declive. Podem formar-se chaminés-de-fada.
- rios;
- mares.
A erosão provocada pelas águas dos rios designa-se por erosão fluvial.
Quanto maior for o caudal e a inclinação do rio, maior será o seu poder de erosão.
Quanto maior for o caudal e a inclinação do rio, maior será o seu poder de erosão.
Junto à foz do rio Âncora o declive e a velocidade da corrente são menores, pelo que se inicia um ambiente propício à deposição de sedimentos.
- Água no estado sólido - glaciares
Vídeos
http://www.youtube.com/watch?v=vLC6qe2HP9g
http://www.youtube.com/watch?v=75NSAqWflrA
Simulador de sedimentação
http://www.edugen.com:30120/geodiscoveries/resources/ch35/print/sedimentary_rock_simulation/index.htm
Compactação e cimentação
http://www.learner.org/interactives/rockcycle/change3.html
Classificação das rochas sedimentares
Ciclo das rochas
http://www.phschool.com/atschool/phsciexp/active_art/rock_cycle/rock_cycle.swf
Questionário
http://hs-staffserver.stjames.k12.mn.us/~fraken/Earth%20Science%20Files/Grade%208%20Practice%20Quizzes/sedimentaryrockq.html
http://www.youtube.com/watch?v=vLC6qe2HP9g
http://www.youtube.com/watch?v=75NSAqWflrA
Simulador de sedimentação
http://www.edugen.com:30120/geodiscoveries/resources/ch35/print/sedimentary_rock_simulation/index.htm
Compactação e cimentação
http://www.learner.org/interactives/rockcycle/change3.html
Estratificação entrecruzada
Classificação das rochas sedimentares
http://www.phschool.com/atschool/phsciexp/active_art/rock_cycle/rock_cycle.swf
Questionário
http://hs-staffserver.stjames.k12.mn.us/~fraken/Earth%20Science%20Files/Grade%208%20Practice%20Quizzes/sedimentaryrockq.html
"O presente é a chave do passado"
Esta afirmação resulta do princípio do atualismo do pai da Geologia, James Hutton.
Para reconstruir paleoambientes é fundamental recorrer aos fósseis que eventualmente se encontrem nos estratos.
Os fósseis são restos de seres vivos ou vestígios de atividades biológicas tais como, ovos e pegadas (estes vestígios são considerados icnofósseis) preservados nas rochas.
Processos de fossilização - http://www.fossilpark.org.za/pages/animations.html#fossilization
Processos de fossilização - http://www.fossilpark.org.za/pages/animations.html#fossilization
BBC processos de fossilização - http://www.bbc.co.uk/nature/fossils#p00ckk6p
Exame Nacional 2009 1ª Fase, Grupo I
Princípios da estratigrafia
A Estratigrafia é um ramo da Geologia, que se dedica ao estudo dos estratos sedimentares, com o objetivo de explicar como, e em que condições, se formaram esses estratos.
Os princípios da estratigrafia permitem também determinar a ordem relativa de eventos passados, sem necessariamente determinar sua idade absoluta. Assim, através da datação relativa é possível comparar a rocha que se analisa com outras, fazendo um friso cronológico.
Apesar da datação relativa só determinar a ordem sequencial em que uma série de eventos ocorreu, não quando eles ocorreram, continua a ser uma técnica útil, especialmente em materiais geológicos onde há falta isótopos radioativos.
- Princípio da Sobreposição - Numa sequência não deformada de rochas sedimentares, o estrato mais antigo é o que se situa inferiormente, sendo as camadas supra-adjacentes sucessivamente mais recentes.
Se os estratos aflorarem, então durante algum tempo poderá haver interrupção da sedimentação e ocorrer erosão, formando-se deste modo uma superfície de descontinuidade. Devido à erosão verifica-se a ausência de estratos, denominando-se por lacunas estratigráficas.
- Princípio da continuidade lateral - Ocorrem quando a formação de camadas sedimentares apresentam grandes extensões. Assim sendo, é possível relacionar cronologicamente colunas estratigráficas de estratos idênticos em dois locais afastados, desde que as sequências de deposição sejam semelhantes.
(Imagem in: http://www.cafemom.com/group/112080/forums/read/15249582/Radiometric_Dating_is_it_accurate)
- Princípio da Identidade Paleontológica - Estratos com o mesmo conteúdo fossilífero apresentam a mesma identidade e tiveram a sua origem em ambientes semelhantes.
Netxplica Fósseis- http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo10/10.GEO.datacoes.relativa.absoluta.htm
- Princípio da Interseção - Estruturas geológicas (como intrusões ígneas ou falhas) que intersetam estratos são mais recentes do que estes.
- Princípio da Inclusão - Um fragmento incorporado num outro é mais antigo do que este.
Animação com os princípios da estratigrafia
http://www.wwnorton.com/college/geo/egeo2/content/animations/10_1.htm
http://www.fccj.info/gly1001/animations/Chapter11/RelativeDatingV2.html
Exercícios
1. Ordena cronologicamente, justificando com os princípios da estratigrafia.
2. Ordena cronologicamente, justificando com os princípios da estratigrafia.
3. Exercício de escolha múltipla em inglês:
Reconstituição de paleoambientes
NETXPLICA
Exame Nacional, 2009 2ª Fase, Grupo I
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022
Sistemática dos seres vivos
Sistemática
A Taxonomia é uma ciência do ramo da Biologia que se dedica a classificar seres vivos segundo critérios definidos.
A Sistemática é uma ciência, também do ramo da Biologia, mas mais abrangedora, pois inclui não só a Taxonomia, como também tem em conta a Biologia evolutiva, isto é, a filogenia dos seres vivos.
Imagem de http://nossobioma.blogspot.pt/2013/11/sistematica-filogenetica-slides.html

"Deus criou e Lineu classificou"
Imagem de https://www.algosobre.com.br/biografias/carl-lineu.html

Imagem de https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Systema_Naturae_cover.jpg

Livro onde Lineu pretendia fazer uma classificação hierárquica das espécies.
Classificações pré-lineanas
Práticas
Baseiam-se em necessidades humanas (por exemplo necessidades alimentares).
Ex: Distinguir as plantas sabendo se são ou não venenosas.
Racionais Artificiais
Baseiam-se num reduzido nº de características estruturais observadas nos seres vivos.
Ex: Classificações de Aristóteles.

Imagem de http://megaarquivo.com/sitemap.xml

Classificações pós-lineanas, mas pré-darwinianas
Racionais Naturais
Baseiam-se num elevado nº de características estruturais observadas nos seres vivos.
Este tipo de classificações são horizontais ou fenéticas, pois não têm em conta o fator tempo, nem a evolução das espécies.
Classificações pós-darwinianas
São classificações verticais ou filogenéticas ou filéticas.
Têm em conta o tempo ou seja as relações evolutivas dos seres vivos.
Têm em conta o tempo ou seja as relações evolutivas dos seres vivos.
Exercício de classificações
Os cladogramas são esquemas que representam a classificação dos seres vivos tendo em conta as relações filogenéticas.
Classificações fenéticas e filogenética
Uma questão de ponto de vista
Classificação filogenética - as cracas e os caranguejos são crustáceos, estão mais relacionados um com o outro filogeneticamente, do que qualquer um deles com a lapa, que é um molusco.
(Imagem in:http://www.cientic.com/tema_classif_txt1.html)
Classificação fenética - as lapas e as cracas desenvolveram conchas conicas semelhantes através de evolução convergente, o que as liga em termos fenéticos.
(Imagem in:http://www.cientic.com/tema_classif_txt1.html)
Límulo
Artrópode conhecido como "caranguejo-ferradura" que está filogeneticamente próximo dos aracnídeos
Imagem em http://nead.uesc.br/arquivos/Biologia/modulo_7_bloco_2/unidade_invertebrados_2/apostila_arthropoda.pdf

Hierarquia das categorias taxonómicas
Hierarquia das categorias taxonómicas
A hierarquia taxonómica foi proposta por Lineu. Este naturalista é considerado o "pai" da toxonomia e é autor do livro "Systema Naturae".
Os principais taxa (plural de táxon) são, regra geral, 7.
Do mais específico para o mais geral são considerados: a espécie, o género, a família, a ordem, a classe, o filo e o reino.
Da espécie ao reino aumenta o número de organismos agrupados em cada nível taxonómico, mas o grau de parentesco entre eles vai diminuindo.
A espécie constitui a unidade básica de classificação, pois é o único grupo taxonómico natural, uma vez que os organismos da mesma espécie se encontram isolados reprodutivamente dos indivíduos de espécies diferentes. Os restantes taxa são agrupamentos artificiais criados pelo Homem.
Regras da nomenclatura binominal
Nomenclatura é a atribuição de um nome a um ser vivo tendo em conta o Código Internacional de Nomenclatura Botânica e Zoológica.
Desvantagens da utilização dos nomes vulgares ou vernáculos
- São indefinidos.
Ex: Giesta amarela
São os Maios,no norte de Portugal
- Variam de região para região.
Ex: Amendoim
Alcagoitas (Algarve)
Mancarra (Cabo Verde)
Ginguba (Angola)
Peanuts (Inglaterra)
Arachide (Francês)
Cacauetes (Espanha)
- Podem mudar com o tempo
Ex: Brassica oleracea, L.
Veizas na Iade Média, depois Veiças e Couves nos dias de hoje.
- A escolha dos nomes não obedecia a qualquer norma
O botânico Jonh Ray no séc. XVII desenvolveu a nomenclatura polinominal - constituída por uma longa sequência de nomes em latim.
Ex: Nepeta floribus interrupte spicatus pedunculatis (Nepeta com flores em espiga pedunculada ininterrupta). O nome era, ao mesmo tempo, a identificação e a descrição da planta.
Nome vernáculo: Erva dos gatos
Esta nomenclatura tinha desvantagens. Era muito longa, incómoda e não facilitava a comunicação.
Com a nomenclatura binominal é simplesmente Nepeta cataria.

Com a nomenclatura binominal é simplesmente Nepeta cataria.
(Imagem in:http://en.wikipedia.org/wiki/Nepeta_cataria)
Lineu inovou as regras da nomenclatura sendo considerado o pai da taxonomia.
Vantagens da utilização da nomenclatura binominal latina
- O latim era o idioma mais utilizado pela religião cristã e intelectuais dos sec. XVIII.
- Não mudava de região para região.
- É uma "língua morta", logo não evolui.
- É uma língua apátrida.
- Utiliza o alfabeto romano, que é o mais vulgar.
- É específica e exata.
- Com os binomes a nomenclatura tornou-se uniforme, definida e normalizada pelas Regras de Nomenclatura Internacional.
Regras da nomenclatura binominal
Rana esculenta Linnaeus, 1758
Significado de Rana
- É o nome do género.
- É um nome.
- Sozinho, tem significado (rã em latim).
- Inicia-se com letra maiúscula.
Significado de esculenta
- É o restritivo específico ou epíteto específico
- É um adjetivo.
- Isoladamente não tem qualquer significado.
- Inicia-se com letra minúscula.
Na Sub-espécie, a nomenclatura é trinominal
Ex: Homo sapiens sapiens
Homo - Representa o nome genéricoNa Sub-espécie, a nomenclatura é trinominal
Ex: Homo sapiens sapiens
sapiens - Representa o restritivo específico
sapiens - Representa o restritivo sub-específico
Exercícios
1. (Adaptado de: http://www.cocminas.com.br/arquivos/file/Exerc%C3%ADcios%20Extras%20de%20Taxonomia%20e%20Sistem%C3%A1tica%20-%203%20Colegial.pdf)Carl von Linné (1707-1778), denominado Lineu, em Português, através de sua obra "Systema Naturae", propôs uma forma de denominar os seres vivos por intermédio do que chamou de "unidade básica de classificação" ou ESPÉCIE. Como exemplo, a ave conhecida popularmente como quero-quero é classificada, segundo o modelo de Lineu, como 'Vanellus chilensis'.
De acordo com esses conceitos, analise as afirmativas seguintes.
I. O nome específico de um organismo é sempre composto de duas palavras: a primeira designa o género e a segunda, a espécie.
II. O epíteto específico do quero-quero é 'chilensis' e o nome genérico é 'Vanellus'.
III. O nome específico do quero-quero é binominal, e 'Vanellus' é seu epíteto específico.
IV. O nome específico do quero-quero é binominal, e Chilensis, assim escrito, é seu epíteto específico.
V. A espécie Vanellus chilensis inclui o género seguido de seu epíteto específico: chilensis.
As afirmativas corretas são:
a) II e III. b) IV e V. c) II e IV. d) I e III. e) II e V.
http://www.cocminas.com.br/arquivos/file/Exerc%C3%ADcios%20Extras%20de%20Taxonomia%20e%20Sistem%C3%A1tica%20-%203%20Colegial.pdf)
2. Considera os quatro taxa seguintes.
1. Bufo dorbignyi 2. Lystrophis dorbignyi
3. Didelphis albiventris 4. Didelphis marsupialis
Relativamente aos quatro taxa, é correto afirmar que:
a) felis CATTUS
e) gorilla Gorilla Beringei
5. Completa:
3. Didelphis albiventris 4. Didelphis marsupialis
Relativamente aos quatro taxa, é correto afirmar que:
a) todos pertencem à mesma espécie.
b) há, entre os quatro taxa, apenas duas espécies diferentes.
c) os táxons 1 e 2 são de géneros diferentes, mas da mesma espécie.
d) os taxa 3 e 4 são de espécies diferentes, mas do mesmo género.
e) os taxa 1 e 2 são da mesma subespécie.
3. Seleciona o nome científico correto para o arroz é:
a) oryza sativa. b) oryza Sativa. c) Oryza sativa. d) Oryza sativa.
b) há, entre os quatro taxa, apenas duas espécies diferentes.
c) os táxons 1 e 2 são de géneros diferentes, mas da mesma espécie.
d) os taxa 3 e 4 são de espécies diferentes, mas do mesmo género.
e) os taxa 1 e 2 são da mesma subespécie.
3. Seleciona o nome científico correto para o arroz é:
a) oryza sativa. b) oryza Sativa. c) Oryza sativa. d) Oryza sativa.
4. Reescreve corretamente os seguintes nomes científicos:
a) felis CATTUS
b) solanum Tuberosum
c) Zea Mays
d) Rhea Americana Alba
e) gorilla Gorilla Beringei
5. Completa:
Dois seres vivos que pertencem à mesma família, também pertencem .....
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