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quarta-feira, 9 de novembro de 2016
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
7º CN - Compreender a estrutura interna da Terra
Metas curriculares
12. Compreender a estrutura interna da Terra
12.1.Relacionar a inacessibilidade do interior da Terra com as limitações dos métodos diretos.
12.2.Enumerar diversos instrumentos tecnológicos que permitem compreender a estrutura interna da
Terra.
12.3.Explicar os contributos da planetologia, da sismologia e da vulcanologia para o conhecimento
do interior da Terra.
12.4.Caraterizar, a partir de esquemas, a estrutura interna da Terra, com base nas propriedades
físicas e químicas (modelo geoquímico e modelo geofísico).
A "nossa TERRA" tem um raio de cerca de 6370 Km, como poderemos saber como é formado o seu interior?
E se comparássemos a Terra com uma ameixa?
Para saber como é o seu interior bastaria cortar a ameixa a meio e estudar o seu interior.
Mas a Terra não é do tamanho de uma ameixa, por isso temos que arranjar muitas técnicas e métodos e fazer muitos cálculos matemáticos para deduzir como é o seu interior.
Métodos diretos
São baseados na observação direta.
Sondagens
Imagem http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo10/estudo.interior/10.GEO.metodos.directos.htm
(Imagem in http://marcosbau.com.br/geogeral/tectonica-das-placas/)
Perfuração
http://www.youtube.com/watch?v=qlBjXzrT0aM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=_fd0mvdkcyA
Na imagem podemos comparar a espessura da crosta continental e da crosta oceânica.

Vulcanismo, xenólitos
O magma ao movimentar-se incorpora fragmentos das rochas encaixantes, denominados xenólitos ou encraves (figura em baixo). Os xenólitos podem vir de profundidades de mais de 200 km, portanto são um excelente contributo para o estudo direto do interior da geosfera.
(Imagem de:http://www.notapositiva.com/pt/trbestbs/geologia/estrutura_interna_geosfera_d.htm)
Perfuração
http://www.youtube.com/watch?v=qlBjXzrT0aM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=_fd0mvdkcyA
Documentário - Viagem ao centro da Terra - Discovery Channel
Exploração de jazigos
(Imagem in: http://brasilescola.uol.com.br/geografia/riqueza-mineral-Africa.htm)
Métodos indiretos
Astrogeologia
Os métodos diretos para estudar o interior da Terra baseiam-se em deduções e cálculos Matemáticos e Físicos.
A Terra formou-se pela acreção de muitas rochas, tal como a figura ilustra.
In: http://discovermagazine.com/2014/julyaug/13-journeys-to-the-center-of-the-earth
Os meteoritos são vestígios de rochas que tiveram origem na formação do planeta.
Há meteoritos de ferro e níquel que nos levam a deduzir que o núcleo da Terra apresenta esta composição.
In: http://geologycafe.com/oceans/chapter3.html
Adaptado de exame nacional de BG 1ª fase de 2007
Grupo I, questão 7
7. Em 1799, perto da localidade de Roseta, no delta do rio Nilo, um soldado de Napoleão encontrou um bloco de rocha com inscrições em três tipos de caracteres. A «pedra de Roseta», como passou
a ser conhecida, permitiu decifrar o significado da escrita hieroglífica, o que constituiu um contributo fundamental para um melhor conhecimento da civilização egípcia.
Alguns astrónomos consideram cometas e asteróides as «pedras de Roseta» do Sistema Solar. A Agência Espacial Europeia (ESA) lançou no espaço, em Março de 2004, uma sonda com o nome
de Roseta, com a qual pretende recolher informações mais precisas sobre cometas e, eventualmente, sobre asteróides.
Explique de que modo os asteróides, considerados as «pedras de Roseta» do Sistema Solar, podem ser utilizados na reconstituição da história da Terra.
Geomagnetismo
A Terra em que vivemos possui um campo magnético e a Terra comporta-se como um gigantesco íman permanente.
In: http://brasilescola.uol.com.br/fisica/o-campo-magnetico-terra.htm
Sismologia
Quando os investigadores estudam o registo das ondas sísmicas nos sismogramas, conseguem "mapear" o interior da geosfera, deduzindo como é constituída.
A sismologia fornece dados sobre o interior da geosfera através da variação da velocidade se propagação das ondas sísmicas.
In http://www.dkfindout.com/us/earth/earthquakes/shock-waves/
In http://www.dkfindout.com/us/earth/earthquakes/shock-waves/
7º CN - Compreender a estrutura interna da Terra
Metas curriculares
12. Compreender a estrutura interna da Terra
12.1.Relacionar a inacessibilidade do interior da Terra com as limitações dos métodos diretos.
12.2.Enumerar diversos instrumentos tecnológicos que permitem compreender a estrutura interna da
Terra.
12.3.Explicar os contributos da planetologia, da sismologia e da vulcanologia para o conhecimento
do interior da Terra.
12.4.Caraterizar, a partir de esquemas, a estrutura interna da Terra, com base nas propriedades
físicas e químicas (modelo geoquímico e modelo geofísico).
A "nossa TERRA" tem um raio de cerca de 6370 Km, como poderemos saber como é formado o seu interior?
E se comparássemos a Terra com uma ameixa?
Para saber como é o seu interior bastaria cortar a ameixa a meio e estudar o seu interior.
Mas a Terra não é do tamanho de uma ameixa, por isso temos que arranjar muitas técnicas e métodos e fazer muitos cálculos matemáticos para deduzir como é o seu interior.
Métodos diretos
São baseados na observação direta.
Afloramento de calcário
Sondagens
(Imagem in: http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo10/estudo.interior/10.GEO.metodos.directos.htm)
(Imagem in http://marcosbau.com.br/geogeral/tectonica-das-placas/)
Perfuração
http://www.youtube.com/watch?v=qlBjXzrT0aM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=_fd0mvdkcyA
Vulcanismo, xenólitos
O magma ao movimentar-se incorpora fragmentos das rochas encaixantes, denominados xenólitos ou encraves (figura em baixo). Os xenólitos podem vir de profundidades de mais de 200 km, portanto são um excelente contributo para o estudo direto do interior da geosfera.
(Imagem de:http://www.notapositiva.com/pt/trbestbs/geologia/estrutura_interna_geosfera_d.htm)
Perfuração
http://www.youtube.com/watch?v=qlBjXzrT0aM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=_fd0mvdkcyA
Documentário - Viagem ao centro da Terra - Discovery Channel
Exploração de jazigos
(Imagem in: http://brasilescola.uol.com.br/geografia/riqueza-mineral-Africa.htm)
Documento de exame nacional de BG 1ª fase de 2007
Grupo I, questão 7
7. Em 1799, perto da localidade de Roseta, no delta do rio Nilo, um soldado de Napoleão encontrou um bloco de rocha com inscrições em três tipos de caracteres. A «pedra de Roseta», como passou
a ser conhecida, permitiu decifrar o significado da escrita hieroglífica, o que constituiu um contributo fundamental para um melhor conhecimento da civilização egípcia.
Alguns astrónomos consideram cometas e asteróides as «pedras de Roseta» do Sistema Solar. A Agência Espacial Europeia (ESA) lançou no espaço, em Março de 2004, uma sonda com o nome
de Roseta, com a qual pretende recolher informações mais precisas sobre cometas e, eventualmente, sobre asteróides.
Explique de que modo os asteróides, considerados as «pedras de Roseta» do Sistema Solar, podem ser utilizados na reconstituição da história da Terra, de acordo com a Hipótese Nebular.
Hiperligação - exercício NETXPLICA
Métodos indiretos
Planetologia e AstrogeologiaGravimetria
O gravímetro é um instrumento de medição do valor da aceleração de gravidade. Ele serve para determinar a intensidade do campo de gravidade da Terra num determinado lugar. É um equipamento sensível e muito preciso, adequado para detectar variações muito pequenas no valor da aceleração de gravidade.
Nas regiões montanhosas verificamos a existência de anomalias gravimétricas negativas. Estas devem-se ao facto das montanhas possuirem "raizes" de material menos denso que se afundam no manto, de maior densidade.
No esquema (in http://professor.bio.br/fisica/provas_vestibular.asp?origem=Unb&curpage=9) verifica-se uma variação da aceleração da gravidade no topo da montanha.
Densidade e a massa volúmica
d = M / V
Geomagnetismo
A Terra em que vivemos possui um campo magnético e a Terra comporta-se como um gigantesco íman permanente.
Quando o norte magnético está próximo do norte geográfico, a polaridade diz-se normal. Se a polaridade magnética inverter, diz-se que a polaridade é inversa.
O magma que chega à superfície na zonas dos riftes, ao arrefecer, "fossiliza" o campo magnético da Terra. Assim, os minerais ricos em ferro, como a magnetite, registam a polaridade magnética presente no momento da sua formação.
Com a ascensão de novo magma, as rochas já consolidadas são afastadas para os lados (no processo de expansão oceânica). Forma-se, assim, um padrão em bandas simétrico em relação ao rifte.
Assim, a crosta oceânica possui um registo magnético natural da história das inversões do campo magnético terrestre.
Exercício: http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo10/estudo.interior/10.GEO.mi.geomagnetismo.htm
Sismologia
Quando os investigadores estudam o registo das ondas sísmicas nos sismogramas, conseguem "mapear" o interior da geosfera, deduzindo como é constituída.
A sismologia fornece dados sobre o interior da geosfera através da variação da velocidade se propagação das ondas sísmicas.
Geotermismo
Ciência que estuda as correntes térmicas que provêm do manto superior e afetam as regiões superficiais da Terra. Os fluxos térmicos influenciam a Geotectónica e os fenómenos orogenéticos.
Grau geotérmico
É a profundidade em metros que é necessário descer para que se verifique a elevação da temperatura de um grau e tem um valor médio de 30 metros.
Será menor na proximidade de uma zona vulcânica ativa e maior em maciços geológicos antigos.
Gradiente geotérmico
É a taxa de variação do aumento da temperatura do interior da Terra com a profundidade.
Expressa-se em ºC/Km.
Exercícios
http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo10/estudo.interior/10.GEO.mi.geotermia.2.htm
http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo10/estudo.interior/10.GEO.mi.geotermia.1.htm
http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo10/gradiente.geotermico.htm
Exercícios
http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo10/estudo.interior/10.GEO.mi.geotermia.2.htm
http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo10/estudo.interior/10.GEO.mi.geotermia.1.htm
http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/geo10/gradiente.geotermico.htm
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
Dinâmica externa da Terra 7 CN
Metas curriculares de 7º ano de Ciências Naturais
1. Compreender a diversidade das paisagens geológicas
1.1. Identificar paisagens de rochas vulcânicas e paisagens de rochas plutónicas através das suas principais características.
1.2. Dar dois exemplos de paisagens de rochas magmáticas em território português.
1.3. Referir as principais características das paisagens de rochas metamórficas.
1.4. Indicar dois exemplos de paisagens de rochas metamórficas em território nacional.
1.5. Descrever as principais características das paisagens de rochas sedimentares.
1.6. Apresentar dois exemplos de paisagens sedimentares em Portugal.
1.7. Identificar o tipo de paisagem existente na região onde a escola se localiza.
Foto de http://www.rutas-turisticas.com/fotos_19102_mosteiro_rocha_dos_bordoes_ilha_das_flores.html

Paisagem vulcânica da Ilha do Pico (In: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/pico/governo-dos-acores-instaura-inquerito-a-socorro-de-alpinista-que-morreu)
1. Compreender a diversidade das paisagens geológicas
1.1. Identificar paisagens de rochas vulcânicas e paisagens de rochas plutónicas através das suas principais características.
1.2. Dar dois exemplos de paisagens de rochas magmáticas em território português.
1.3. Referir as principais características das paisagens de rochas metamórficas.
1.4. Indicar dois exemplos de paisagens de rochas metamórficas em território nacional.
1.5. Descrever as principais características das paisagens de rochas sedimentares.
1.6. Apresentar dois exemplos de paisagens sedimentares em Portugal.
1.7. Identificar o tipo de paisagem existente na região onde a escola se localiza.
Paisagem magmática
Peneda Gerês in: https://www.geocaching.com/geocache/GC1QATT_macico-peneda-geres
A Rocha dos Bordões (fotografia em baixo) é uma formação geológica, caracterizada por enormes colunas de basalto, localizado no sítio denominado por Cabo Baixo das Casas, na freguesia do Mosteiro, concelho das Lajes das Flores. Trata-se de um imponente acidente geológico, único do seu género nos Açores, que se caracteriza pela solidificação da rocha basáltica em altas colunas prismáticas verticais com forma alongada. (Adaptado de : https://pt.wikipedia.org/wiki/Rocha_dos_Bord%C3%B5es)
Foto de http://www.rutas-turisticas.com/fotos_19102_mosteiro_rocha_dos_bordoes_ilha_das_flores.html
Paisagem vulcânica da Ilha do Pico (In: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/pico/governo-dos-acores-instaura-inquerito-a-socorro-de-alpinista-que-morreu)
Paisagem sedimentar
Blocos Pedunculados do Geopark Naturtejo
Arez-Alpalhão (Nisa)
(In: http://www.naturtejo.com/ficheiros/conteudos/files/poster(1).pdf)
Arriba Algarvia
In: http://www.holidaysbox.com/
Grutas de Mira de Aire
(In: http://www.panoramio.com/photo/36798937)
Paisagem metamórfica
Campo de dobras da Castanheira no Geopark de Arouca
http://pip2014aea.weebly.com/05-campo-de-dobras-da-castanheira---c-geologicas.html
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Classificação das Rochas Sedimentares
Classificação das rochas sedimentares
Rochas sedimentares detríticas
Argilito(In: http://www.rc.unesp.br/museudpm/rochas/sedimentares/arenitos.html)
Arenito
(in: http://www.pedologiafacil.com.br/enquetes/enq31.php)
Conglomerado
(In: http://espacociencias.com.pt/site/galeria-de-rochas-sedimentares-detriticas/conglomerado/)
Rochas sedimentares quimiogénicas
(in: http://dererummundi.blogspot.pt/2014/05/uma-pedra-que-se-dissolve-na-agua.html)

Calcário
(in:http://brasilescola.uol.com.br/geografia/rochas-sedimentares.htm)
Pedreira de Gesso em Milhanes
(in: http://www.cimpor-portugal.pt/artigo.aspx?lang=pt&id_object=1266&name=CENTRO-DE-PRODUCAO-DE-LOULE)
Rochas sedimentares biogénicas
Carvão(In: http://picture-inc.com/coal-formation-pictures.html)

Petróleo
(In: http://www.alamy.com/stock-photo/formation-of-petroleum.html)
Calcário conquífero
(In: http://paleoviva.fc.ul.pt/Geogeral/Geogeral08.pdf)
Calcário recifal
(In: http://e-porteflio.blogspot.pt/2009/03/classificacao-das-rochas-sedimentares.html)

Animações
Estratificação
https://www.youtube.com/watch?v=Yf4YtDlA1oQ
Formação de carvão
https://www.youtube.com/watch?v=BQ_Ethb6_Wk
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Biologia iniciação - Distribuição da matéria
Transporte nas plantas
Todas as plantas, desde as mais pequenas, às mais altas precisam de transportar substâncias.
Por exemplo, as raízes terão de captar água e sais minerais do solo e transportá-los para as folhas, que realizam a fotossíntese. Os compostos orgânicos produzidos nas folhas serão depois transportados para todas as partes da planta.
O movimento de água e de substâncias inorgânicas e orgânicas nas plantas é conhecido como translocação.
As plantas podem ser classificadas em:
- Não vasculares, quando não apresentam tecidos condutores especializados no transporte de substâncias.
Exemplo: musgos.
- Vasculares, quando apresentam tecidos especializados (xilema e floema) no transporte de substâncias.
Exemplo: pinheiro.

Tecidos de transporte nas plantas
(Imagem in: http://vegetalfisio.blogspot.pt/)

Animação McGraw Hill -
O xilema é o tecido de transporte de seiva bruta, água e sais minerais, através do corpo das plantas.
É formado essencialmente por células mortas, os traqueídos e os elementos dos vasos.
A morte destas células deve-se ao facto de ficarem impregndas com lenhina, que dá resistência às parede celulares.
Estas células estão colocadas topo a topo e não possuem paredes transversais.

O floema é o tecido de transporte de seiva elaborada, água e compostos orgânicos, através do corpo das plantas.
O floema é formado por células vivas, as células dos tubos crivosos e as células de companhia.
O floema e o xilema percorrem todos os órgãos da planta: a raiz, o caule e a folha.
Estrutura de uma folha

A epiderme das colhas possui uma cutícula que protege as folhas da desidratação.
O mesófilo das folhas é constituído por parênquima clorofilino, que é um tecido vegetal especializado na fotossíntese.
Os feixes vasculares são duplos e colaterais, pois são formados por xilema e floema, e localizam-se nas nervuras das folhas.
Na fotografia observam-se células de folhas da epiderme de coentros. Os estomas estão também bem visíveis na fotografia.Estrutura das folhas -
http://www.jsheducation.com/B21._Leaves_And_Photosynthesis.swf
Estrutura de um caule
(Imagem in: http://www.mundoeducacao.com.br/biologia/caule.htm)

No caule a epiderme, tal como na folha, é cutinizado para proteger a planta da desidratação.
Os feixes condutores são duplos e colaterais, estando no caso das dicotiledónias, o floema localizado na parte externa do caule.
Estrutura de uma raiz

A epiderme das raízes possui células especializadas na absorção de água e sais minerais, os pêlos radiculares.
Os feixes condutores são simples e alternos.
Legenda a seguinte figura.
Animação sobre plantas -
Absorção de água e de solutos pela raiz
Os pêlos radiculares vão aumentar a eficiência na absorção de substâncias do solo, pois aumentam a área de absorção da raiz.
Animação McGraw Hill -
http://highered.mcgraw-hill.com/sites/9834092339/student_view0/chapter38/animation_-_mineral_uptake.html
Transporte no xilema
Hipótese da pressão radicular
Esta hipótese defende que existe uma pressão de água na raiz (pressão radicular) que provoca a ascensão da seiva bruta.
A pressão radicular pode ser observada através da exsudação (choro da videira) e da gutação.
Na extremidade das nervuras da folha do morangueiro observam-se gotas de água resultantes de uma pressão radicular elevada. Este processo denomina-se de GUTAÇÃO.
Ao cortar o caule de plantas de pequeno porte junto da raiz é possível observar a pressão radicular, a exsudação.
Limitações da hipótese da pressão radicular
- A pressão radicular não é suficiente para explicar a ascensão da água até ao topo de certas árvores (por exemplo em árvores de grande porte);
- Algumas espécies de plantas que não apresentam pressão radicular.
Na hipótese da tensão-coesão-adesão referente à ascensão da seiva bruta intervêm diversos fatores:
- Transpiração que cria tensão foliar
- Coesão das moléculas de água
- Adesão das moléculas de água às paredes dos vasos xilémicos;
- Absorção de água pela raiz.
Vídeo - http://www.dnatube.com/video/1873/Cohesion-Transport-Theory
Controlo da transpiração
Laboratório virtual - http://www.mhhe.com/biosci/genbio/virtual_labs/BL_10/BL_10.HTML
Controlo da abertura e fecho dos estomas -
http://highered.mcgraw-hill.com/sites/0072919183/student_view0/chapter27/elearning.html
Transporte no floema
A utilização de afídeos (insetos que parasitam as plantas, sugando-lhes a seiva) pelos cientistas, permitiu-lhes descobrir a composição química da seiva elaborada.
A seiva elaborada flui com elevada pressão dentro dos vasos floémicos. Por isso, quando os afídeos se alimentam, a seiva entra pelo estilete e sai pelo ânus, permitindo assim a colheita da seiva elaborada.
Hipótese do fluxo de massa ou fluxo sob pressão

Animação de translocação - http://bcs.whfreeman.com/thelifewire/content/chp36/36020.HTML
- http://academic.kellogg.edu/herbrandsonc/bio111/animations/0032.swf
Exercícios
- http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/bio10/transporte.plantas.1/10.BIO.seivas.htm
- http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/bio10/transporte.plantas.1/10.BIO.vasos.htm
- http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/bio10/transporte.plantas.1/10.BIO.vasos.2.htm
- http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/bio10/transporte.plantas.2/10.BIO.pressao.radicular.falhas.htm
- http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/bio10/transporte.plantas.1/10.BIO.vasos.localizacao.htm
- http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/bio10/transporte.plantas.2/10.BIO.TCA.1.htm
- http://www.netxplica.com/exercicios/bio10/10BIO4.fluxo.massa.htm
- http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/bio10/transporte.plantas.2/10.BIO.fluxo.massa.2.htm
- http://www.netxplica.com/exercicios/bio10/transporte.floema.experiencia.htm
Transporte nos animais
Os sistemas de transporte nos animais são fundamentais, pois as células precisam de receber continuamente oxigénio e nutrientes e, por outro lado, precisam de eliminar dióxido de carbono e resíduos orgânicos.
Os animais aquáticos muito simples, como corais, medusas e planárias, não possuem sistema de transporte. Mas, como são muito simples e de pequenas dimensões e como vivem dentro da água, conseguem trocar as substâncias diretamente com o meio.
Nos animais mais complexos existem dois tipos de sistemas de transporte: o sistema circulatório aberto e o sistema circulatório fechado.
Sistema circulatório aberto
O sangue não circula no organismo sempre dentro de vasos sanguíneos.
Os artrópodes (aracnídeos e insectos) possuem este tipo de sistema de transporte.
O coração destes animais tem normalmente forma tubular, atravessando toda a zona dorsal.
O sangue sai do coração e percorre o espaço extracelular (fora de vasos sanguíneos), as lacunas, por este motivo é costume chamar a este tipo de sangue, hemolinfa.
O sangue (hemolinfa) regressa depois ao coração, entrando pelos ostíolos.
O percurso do sangue das células de volta para o coração, faz-se de forma muito lenta.
Sistema circulatório fechado
Os anelídeos possuem sistema circulatório fechado.
O seu sangue circula sempre dentro de vasos sanguíneos, atingindo por isso maior velocidade e maior eficácia do que no sistema circulatório aberto.
Na minhoca existem dois grandes vasos sanguíneos, um dorsal e um ventral, que percorrem todo o corpo da minhoca. Estes dois vasos encontram-se ligados por arcos aórticos.
Exercício: http://www.netxplica.com/manual.virtual/exercicios/bio10/transporte.animais.1/10.BIO.fechado.htm
Sistema circulatório nos vertebrados
Nos vertebrados o sistema circulatório é mais complexo e apresenta a seguinte constituição:
- o coração que é um órgão musculoso que bombeia o sangue através de artérias;
- as artérias que ramificam-se por todos o organismo e dividem-se em arteríolas e, estas em capilares;
- os capilares reúnem-se em vénulas e estas em veias;
- as veias são responsáveis pelo transporte do sangue de volta para o coração.

(Imagem in: http://www.studyblue.com/notes/note/n/biol-1202-spring-2012-final-exam-flashcards/deck/2723216)
Circulação simples
Nos peixes a circulação é simples, pois o coração só é atravessado por sangue venoso.
Circulação dupla incompleta
Nos anfíbios a circulação é dupla, pois existe circulação pulmonar e circulação sistémica.
O coração dos anfíbios apresenta um coração com duas aurículas e apenas um ventrículo, permitindo assim que o sangue venoso e arterial se misturem. Deste modo, a circulação nestes animais é incompleta.
Nos répteis, tal como nos anfíbios, a circulação é dupla incompleta.
No entanto, verifica-se uma ligeira evolução no coração, pois existe um pequeno septo a separar os ventrículos.
Nestes animais a mistura de sangue arterial e venoso não é total, pois as aurículas esquerda e direita não se contraem ao mesmo tempo.
Circulação dupla completa
Este tipo de circulação está presente em aves e mamíferos.
Nestes animais com circulação dupla completa, o coração possui 4 cavidades (2 aurículas e 2 ventrículos), não havendo por isso mistura de sangue arterial com sangue venoso.
Este tipo de circulação sanguínea permite uma melhor eficácia no metabolismo celular dos animais que a possuem. Como não se observa mistura dos dois tipos de sangue, a quantidade de oxigénio levada às células é muito maior, pelo que este animais possuem níveis metabólicos elevados, contribuindo assim, para a manutenção da temperatura corporal constante (são animais homeotérmicos ou endotérmicos).
Animações: ttps://www.lcmrschooldistrict.com/roth/PowerPoint_Lectures/chapter36/videos_animations/circulatory_systems.HTML
http://www.hhmi.org/biointeractive/circulatorium/frames.html
http://www.mhhe.com/biosci/genbio/biolink/j_explorations/ch19expl.htm
Animação cardíaca:
http://highered.mcgraw-hill.com/sites/0072495855/student_view0/chapter22/animation__the_cardiac_cycle__quiz_1_.html
Formação da linfa
http://www.johnwiley.net.au/highered/interactions/media/Distribution/content/Distribution/lymph1a/frameset.htm
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